quinta-feira, 23 de junho de 2011

Três é um número mágico

Esse é o título de uma canção do Blind Melon, uma das minhas grandes paixões na música. Eu me identifico muito com essa frase, afinal, tenho três filhos incríveis, as razões da minha vida. E hoje o número três se fez presente mais uma vez na minha história.

Quando sonhos se tornam realidade

Três vezes campeã da América. Sim, eu sei, os dois primeiros títulos ocorreram décadas antes de eu nascer. Mas um dos feitiços do futebol é esse: todos os sentimentos são coletivos e atemporais. A dor de uma derrota martela o coração pra sempre. E a alegria das vitórias fica no fundo do peito, só esperando o gatilho da memória - ainda que seja através de fotos, vídeos ou textos - para tomar conta do seu corpo e sua alma. E nós, santistas, somos tão sortudos que, mesmo não tendo visto Pelé jogar e conquistar os títulos de 62 e 63, o vimos CHORAR e COMEMORAR esse de 2011, como um Menino da Vila, que ele nunca deixou de ser.

A Eterna Magia da Vila

Dentro de campo, vimos Neymar e Ganso. Vimos também todos os outros guerreiros que jamais esqueceremos. Assim como já nascemos conhecendo Zito, Pepe, Coutinho e Mengálvio, os santistas que virão depois de nós guardarão enorme carinho por Arouca, Zé Love, Léo, Danilo. E cabe a nós, testemunhas deste momento, garantir que ele pulse nas veias das próximas gerações, assim como 62 e 63 está em cada célula dos nossos corações.

Obrigada, Santos, por mais esse momento mágico na minha vida. Eu realmente acredito na força do amor. E graças a esse amor incondicional que sinto por você, eu vivi ontem uma das minhas maiores alegrias.

Três, trinta, trezentas mil vezes, obrigada.

Juliana.

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